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E se as criptomoedas fossem fáceis de usar?

Altcoins

E se as criptomoedas fossem fáceis de usar?

Por Geoff McCabe

No Projeto Divi, estamos enfrentando o que acreditamos que a maioria das pessoas considera o desafio mais difícil no mundo das criptomoedas (e também o mais lucrativo de todos): criar uma moeda que possa ser adotada e usada primeiro por milhões, e depois por bilhões de pessoas.

Acreditamos que a solução é um novo tipo de blockchain que contenha nomes e metadados (como um endereço de e-mail) que possam ser associados ao endereço da carteira. Essa simples inovação, quando combinada com um tipo inovador de UX (experiência de usuário), tem o poder de desmistificar as criptomoedas (o que reformulamos simplesmente como “moedas digitais”) e criar um caminho até a adoção em massa.

A tecnologia “blockchain dos nomes” na verdade é razoavelmente antiga, tendo sido criada em 2011 pela Namecoin, mas, até agora, ninguém foi capaz de enxergar como a tornar útil o suficiente e, apesar da Namecoin ter sido o primeiro fork do Bitcoin, ela permanece praticamente desconhecida.

 

Transação de moeda digital sendo feita em um smartphone

Então, o que há de tão incrível em usar nomes e por que isso importa? Dando um exemplo, vamos imaginar uma transação típica de bitcoin comparada a como a nossa vai funcionar.

Carteira de bitcoin

Você pede o endereço ou chave pública da carteira de um amigo (seja lá o que isso significa?) e ele te envia algo parecido com isso: 1HB5XMLmzFVj8ALj6mfBsbifRoD4miY36v

Então, até agora já perdemos a maior parte do interesse do público nesse processo, mas vamos continuar.

Você o copia (e agora, possivelmente, algum malware cavalo de troia pode mudá-lo para outro endereço, o que você provavelmente não vai perceber, e só vai descobrir depois de perder algumas centenas ou milhares de reais em uma transação e prometer nunca mais usar bitcoin) e, com sorte, o copia corretamente na janela certa.

Se você conhecer os cavalos de troia, você confere três vezes, preocupado com o fato de que, se não acertar tudo, você provavelmente vai perder todo o seu dinheiro.

Agora, então, você digita o valor. Seu saldo é algo tipo: 0.002143984234 BTC. Por quê, em nome de tudo que é sagrado, tem tantos dígitos extras inúteis?

Finalmente, com seu dedo tremendo de medo, você clica no botão ENVIAR e começa a rezar. Você liga para seu amigo cinco vezes perguntando se já chegou. “O que está acontecendo?”, você se pergunta? O dinheiro foi perdido? Você começa a amaldiçoar Satoshi Nakamoto, mas, finalmente, seu amigo lhe diz que ele está vendo a transação, e com grande alívio, você pode relaxar. Você está tão aliviado pela transação ter funcionado que não percebe que foi cobrado de você R$2.4213248719324 por uma transação de R$8,00, então ele recebeu R$5.58092834593 e agora você vai ter que enviar outra transação.

O mundo das criptomoedas chegou ao ponto de aceitar isso tudo como normal, mas como um novato, você se perguntaria quem foi que inventou um sistema tão horrível e assustador.

Agora com a carteira Divi:

Você quer enviar DIVI para um amigo, mas sabe que ele usa diversos endereços de e-mail, e você não tem certeza de qual deles vai ser usado. Então você clica no diretório público em nossa carteira inteligente, e digita o nome dele. Aparecem diversas possíveis combinações, cada uma com foto ou logotipo de seu dono, direto do sistema DNS do blockchain.

Você reconhece o rosto e endereço de e-mail dele e clica, o que preenche automaticamente o campo “enviar para número de conta” da transação, e vai parecer com algo como: “dv-peterjenkins12”.

Quando você digita o valor, você pode fazê-lo em sua moeda corrente preferida, se quiser (a conversão é feita com uma API, então é bem precisa). Além disso, só vai aparecer o número de casas decimais que você tiver pré-selecionado.

A pequena taxa de transação de 1/10 de um centavo não é removida do valor que você quer enviar, mas sim retirado de um bolso extra em sua carteira que é preenchido previamente para isso. Então quando você envia R$8,00 para alguém, ele recebe R$8,00 e não R$7,999.

Você digita uma nota para acompanhar a transação: “Obrigado, vou te mandar por WhatsApp a senha PIN” e clica em ENVIAR.

Um mapa aparece, e começa a contar os nodes que estão verificando a transação, cada um iluminando sua localização. Hipnotizado pela beleza, você nem percebe o quão curto foi o tempo que demorou para que a transação seja verificada. Quando concluída, um código PIN é mostrado, que você envia para o seu amigo por Whatsapp.

Depois de receber a transação, seu amigo usa o PIN para descriptografar a transação, e as DIVI são depositadas na carteira pública dele. A partir daí, elas são automaticamente enviadas de forma anônima para uma das contas de carteira privada dele.

Conclusão

É a combinação de um novo blockchain, o tipo certo de metadados armazenados nele, e um novo tipo de carteira desenvolvida pensando nos usuários comuns que torna isso possível. A carteira inteligente elimina diversos receios das pessoas quanto a perda de seu dinheiro, tanto por erros de uso quanto por hackers. O processo é cômodo, pois todo o criptojargão foi retirado e substituído por termos familiares usados em transações bancárias. É possível acompanhar o progresso durante o processo, e há um acompanhamento do tempo restante para a conclusão da transação.

Para mais informações, confira nosso website e nossos artigos no Medium: https://medium.com/diviproject-portuguese/

Redação

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