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Fisgando um peixe grande: porque as ICOs são um chamariz par...

Altcoins, ICO

Fisgando um peixe grande: porque as ICOs são um chamariz para furtos

A ICO é, sem dúvida, a tendência de maior destaque em 2017. Contudo, há ainda outra tendência que a acompanha e que é um tanto preocupante: um grande aumento nos ataques DDoS e phishing.

Nesta semana, a equipe de segurança da Tokenbox combateu um grande ataque DDoS. O site da TGE ficou fora do ar por uma hora, mas seu funcionamento foi restabelecido sem qualquer prejuízo. Durante a venda do token TBX, a equipe também passou por várias tentativas desagradáveis de phishing. Mesmo antes do começo da TGE, surgiram algumas cópias do site criadas por fraudadores. Para induzir os usuários ao erro, bandidos montaram uma página de venda com um nome de domínio diferente, e postaram um endereço de carteira para depósito, enquanto a compra dos verdadeiros tokens TBX requer um cadastro e uma conta pessoal na Tokenbox com um endereço único de BTC ou ETH para realizar transferências.

Com a Tokenbox TGE chegando lentamente ao fim, sua equipe está ansiosa para falar sobre os problemas de segurança. O mercado das criptomoedas é bastante vulnerável, e a segurança das ICO é, sem dúvida, um ponto fraco. Segundos os dados mais recentes, mais de uma ICO está sendo realizada diariamente. Quase todas as equipes das ICOs se encontram sob o ciberataques de qualquer tipo, ou, infelizmente, se tornam vítimas de fraudários. Phishing, ataques DDoS, violação de dados – os bandidos estão usando ferramentas diferentes para se aproveitar de uma venda coletiva ou da venda de um token e roubar um “dinheiro rápido”.

As notícias mais recentes dizem que, em 2017, 86 países sofreram ataques DDoS, enquanto é esperado um crescimento desse número para pelo menos 300.000, e um custo às empresas de bilhões de dólares em prejuízos.

Os crimes costumam causar grandes prejuízos no mundo das criptomoedas.

Por exemplo, um dos maiores hacks deste ano aconteceu na ICO da Veritaseum.  Através da exploração de uma fraqueza desconhecida no sistema da Veritaseum, o atacante canalizou lentamente o equivalente a cerca de US$ 8,5 milhões de tokens VERI da empresa durante o processo da venda do token.

Esse ataque gradual veio logo depois do caso Coindash. No começo deste ano, fraudários roubaram o equivalente a US$ 7 milhões de ethereum hackeando uma oferta de criptomoeda da Coindash. Tudo em apenas meia hora. Foi dito para que os visitantes do site enviassem suas ethereum para outro endereço para que participassem da ICO. Eles então tiveram seu dinheiro roubado, que foi enviado diretamente para o hacker. Segundo a Etherscan, que monitora o movimento da ethereum, foram realizadas cerca de 2.130 transações.

Outra ICO foi hackeada em outubro – o site da Etherparty foi hackeado, já que o endereço para o envio do dinheiro para a compra dos tokens também foi alterado para um controlado por hackers. O hack ocorreu no primeiro dia da ICO da Etherparty, send realizado 45 minutos depois do lançamento. A empresa detectou o hack 15 minutos depois e tirou o site do ar imediatamente durante 95 minutos pra resolver o problema.

O interessante é que, juntamente com operadores e gestores de fundos que avaliam o quão lucrativas e promissoras são as ICOs, os fraudários fazem a mesma coisa. Uma ICO de sucesso é uma isca perfeita para um criminoso das criptomoedas.

A Tokenbox leva a questão da segurança muito a sério e pensa em fazer mais que o esperado quando o assunto é proteger o dinheiro dos seus clientes. A equipe usa uma carteira segura que permitiria que os investidores tivessem acesso aos tokens para o financiamento sem serem expostos a quaisquer ameaças de segurança ou violações de dados.

Redação

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