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Internet of Things (IOT) e suas aplicações na medicina

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Internet of Things (IOT) e suas aplicações na medicina

A Internet das Coisas (IoT) é uma das principais áreas das tecnologias inovadoras. O conceito da IoT é o de dispositivos eletrônicos “se comunicando” entre si sem a ajuda humana para que os objetos compartilhem informações através da rede mundial de computadores de modo automático. Usando o TCP/IP (protocolos de transferência de dados), a comunicação através de uma rede global se torna mais acessível e permite que os sistemas sejam consolidados entre si, criando uma rede de redes. Como resultado, é possível alterar não apenas o modelo de negócio de setores específicos, mas também a economia de estados inteiros. A IoT já é usada na agricultura, indústria, finanças, assistência médica, etc.

A IoT na medicina

A capacidade de usar a IoT para alocar cargas para equipamentos médicos pode reduzir as filas nos centros de diagnóstico. O fluxo permanente de dados fornece uma imagem completa da doença do paciente, permitindo que os médicos respondam a qualquer mudança em tempo hábil. Dispositivos especiais medem dados biométricos importantes dos pacientes e os transmitem para a nuvem para serem processados e armazenados. Dessa forma, as enfermeiras podem visitar as enfermarias dos pacientes que precisam delas em um momento específico.

Diagnóstico

O uso da inteligência artificial (AI) pode acelerar o diagnóstico de patologias, e torná-las o mais precisas possíveis.

Exemplos de progressos inovadores usando a IA na medicina:

  • Em setembro de 2016, uma empresa israelense apresentou o Beyond Verbal, um sistema baseado em IA capaz de diagnosticar uma doença pela voz.
  • Em fevereiro de 2017, especialistas americanos apresentaram um dispositivo sem fio que controla a saúde de atletas. A ferramenta produz resultados com base nas propriedades de condução da pele. Os dados são enviados para um smartphone ou tablet.
  • Em maio de 2017, cientistas de Perm lançaram um sistema baseado na NeuroNet usando um método de modelagem matemática para diagnosticar doenças cardíacas e vasculares. Esse sistema é individualizado e capaz de se diagnosticar. O processo leva em conta cerca de 70 indicadores.
  • Especialistas chineses impressionaram recentemente com um sistema diferenciado de diagnóstico clínico baseado em IA. Em menos de cinco segundos, ele processa 100 históricos de doenças. Os diagnósticos da máquina são 20% mais precisos do que os feitos por médicos.

 

O diagnóstico automático usando a aprendizagem de máquina será invariavelmente um passo próximo na transformação da medicina em todo o mundo.

Tratamento através da IoT

Para dar tratamento urgente aos feridos no campo de batalha, cientistas israelenses desenvolveram uma pulseira de protótipo com um chip NFC. O dispositivo armazena todas as informações de saúde do paciente e um mapa GPS do local onde o soldado foi ferido.

Outro exemplo:

  • Um sensor especial embutido em calçados é projetado para reduzir as dores nas pernas e, em alguns casos, curar completamente os doentes sem intervenção médica.
  • Os sensores, produzidos pela Ormyx, ajudam pessoas com neuropatia periférica, o que reduz a sensibilidade das pernas, a controlar sua doença. O sistema alerta os pacientes sobre a pressão excessiva sobre o pé.

 

Através desses avanços, dados confiáveis sobre a doença do paciente podem ser capturados o mais rapidamente possível, e um tratamento adequado pode ser oferecido. O uso de uma plataforma de blockchain permite compartilhar e discutir seus parâmetros biométricos com um especialista médico em inteligência artificial.

Monitoramento remoto de pacientes

O Sensor Pot, um sensor especial desenvolvido pelas empresas UCB e Byterfils, notifica os pacientes sobre um ataque de epilepsia iminente. Em 2017, a Band Aid lançou uma pequena pulseira que se conecta sem fio ao corpo e à uma rede. O aparelho transmite dados de saúde para a nuvem e pode ser usado em regiões adversas onde é difícil se conseguir cuidados médicos rápidos.

A IoT pode ser usada para o transporte rápido de sangue e medicamentos com a rápida adaptação de drones especiais aos desafios. Os sistemas cirúrgicos robóticos agora participam de cirurgias, com quase 500 intervenções cirúrgicas bem-sucedidas.

O blockchain e a IoT: o que têm em comum?

O blockchain é um banco de dados ampliado que é potencialmente acessível a todos. Não há elementos centralizados no sistema que possam afetar o gerenciamento e a operação de um blockchain. O blockchain pode ser usado para preservar e proteger dados no domínio da IoT. O projeto CREDITS tem características técnicas únicas que tornam essa plataforma adequada para uso com a IoT, especialmente no setor médico.

O blockchain DLT (Distributed Ledger Technology) da CREDITS pode criar serviços totalmente independentes, descentralizados e diferentes dentro do blockchain usando novos recursos avançados e contratos inteligentes. A plataforma tem novas funcionalidades tecnológicas de rede com alta velocidade e baixos custos de transação. Um novo algoritmo realiza um grande número de transações por segundo com uma comissão de transação mínima. Em até 1 milhões de transações por segundo, é provável que ele seja o único com essas características no mercado.

O blockchain da CREDITS aceita redes públicas e privadas, tem um armazenamento descentralizado e um código-fonte do tipo fechado. Algumas maneiras de usar a IoT nessa plataforma para melhorar os sistemas de saúde:

  • Receber e analisar com rapidez as informações sobre a saúde do paciente a partir de dados transmitidos por dispositivos e chips nas partes transplantadas do corpo.
  • Os pacientes recebem tratamento personalizado com base em informações biométricas transmitidas de dispositivos digitais.
  • Garantir o monitoramento e a gestão de recursos médicos.
  • Interagir com todo o sistema de saúde através da conexão com o blockchain de dispositivos médicos específicos.

 

Usando essas tecnologias inovadoras, é possível melhorar a qualidade de vida geral dos pacientes, monitorar como o equipamento é usado e oferecer ajuda domiciliar para o paciente. O blockchain pode literalmente salvar vidas, garantindo que os pacientes sejam tratados de modo rápido e adequado.

por Merkusheva Darya

Redação

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